SWING OUT STUDIO

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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Workshop com Catrine e Elliott - Rio de Janeiro

Após alguns dias me repondo, dormindo, descansando, acho que já estou apta novamente para escrever!!!
Tudo começou quando saímos da Praça da Árvore e fomos em direção ao Aeroporto de Congonhas. Tínhamos   algo em mente: dançar Lindy Hop no saguão do aeroporto (um projeto que estava acontecendo). 
Chegamos bem antes, nos acomodamos e ficamos lá esperando... 

até que... Saxomania começou a tocar - a banda era realmente boa - mas não dava pra sair dançando,

estava mais para som contemplativo, mas nós não nos demos por satisfeitos, afinal de contas estávamos lá por um propósito: dançar Lindy Hop. A segunda música começou, e desistimos um pouco mais, sem contar o relógio que parecia estar "correndo contra o tempo"! A hora passava, não eram músicas para dançar, mas nós estávamos irredutíveis. O relógio marcou 12h50min, desistimos, estava com a bolsa no ombro, e de repente uma música muito dançante começou a tocar, largamos tudo ao lado do palco, e finalmente pudemos nos realizar, afinal, estávamos lá para dançar. Sublimamos dançando, foi realmente incrível, mas ao olhar para o relógio, descobri que tínhamos apenas 3 minutos para embarcar no ônibus que nos levaria à Guarulhos... obviamente, perdemos o ônibus!!!  E quem foi nos salvar???? Minha sogra querida!!! Salvadora!!! Que nos levou à Guarulhos para embarcarmos em nossa primeira viajem de avião juntos!
Conseguimos chegar ao Rio de Janeiro, depois conseguimos pegar o Frescão, descobrimos onde era o Hostel e descemos perto. Andamos bastante, erramos mais ainda,  e quando chegamos, descobrimos que não chegamos, pois havia uma escadaria de pirambeira do inferno que dava preguiça só de olhar! Subimos, chegamos enfim, e me senti com 15 anos, num quarto cheio de gente, um banheiro para dividir com a galera, e beliches... foi uma sensação indescritível!
Tudo se resolveu quando finalmente chegamos ao 1º Baile do Workshop da Catrine e Elliott, tudo mais ou menos, pois tínhamos uma apresentação para fazer, e a barriga estava colada nas costas de tanto nervosismo.

Mas acredito que tenha dado tudo certo...



Muito baile rolou depois disso, e finalmente a barriga descolou das costas.rsrsrsrsrsrs
Saímos do baile prontos para o Samba...????? Lindy Hop com Samba??? Pois é, foi o que deu. No meio da madrugada encontramos um baile de dança de salão na Cachanga do Malandro. A galera do Lindy invadiu e deixou todo mundo de queixo caído com a alegria e a novidade, pois ninguém conhecia Lindy Hop, salvo ter encontrado Magoo e Will que arrebentaram tbm!!


Ah! Encontramos o Michael Jackson no caminho da Cachanga, bem nos Arcos da Lapa!!!
As aulas do dia seguinte foram incríveis, para aqueles que acharam que seria muito básico e não foram... perderam!!! Foram aulas incríveis, deu pra aprender muita coisa nova e melhorar coisas antigas!!!



Com Catrine e Elliott!



Com Steven Harper!


E a galera realmente ficou cansada!!!
No baile tivemos o prazer de ver a apresentação de Rosângela e Roberto: Maravilhosos!



Pra finalizar o último dia no ficou por menos! Mesmo cansados, exaustos, estávamos firmes e fortes para mais uma maratona de aulas, e pra finalizar, baile lá no Espaço Improviso do Mauro Lima e Adriana Aguiar, com apresentações de Mauro Lima e Adriana Aguiar, Tango, Catrine com sapateado, Rio Hoppers e Banda Rádio Swing! Foi maravilhoso! Valeu por tudo Rio de Janeiro! 
Agradecimento especial ao Luiz e à Denise pelo maravilhoso evento: Estava tudo perfeito!!! Bora fazer outro???













Lindy Hop é realmente D+!!! Let´s go dance Hoppers!!!

















terça-feira, 12 de abril de 2011

Nossos vídeos!!!
Let´s go Dance Hoppers!!!







segunda-feira, 11 de abril de 2011

Só praticando

É como eu sempre digo: Não basta aparecer na escola de dança uma vez por semana e achar que vai sair dançando em 3 meses!!! Tem que PRATICAR!!!
Todas as oportunidades de que tiverem de sair de casa para dançar e praticar, devem ser aproveitadas ao máximo. Não tenham vergonha só porque acabaram de começar a dançar, só praticando conseguiremos melhorar.
E foi o que fizemos no sábado dia 02 de abril lá no Recanto do Nordeste. Nos divertimos muito, os que sabiam dançar, e os que não sabiam também!!! Até a galera do Lindy Hop marcou presença no forró!!!
Rimos, nos divertimos, dançamos!!! Foi maravilhoso!!!
Lembre sempre: diversão é a palavra da vez. Devemos dançar nos divertindo sempre!!!









quarta-feira, 30 de março de 2011

A Ética na Dança


Já faz algum tempo que estou com esse tema na cabeça, mas ainda não havia encontrado a melhor maneira de explorá-lo.
Minha idéia não é filosofar sobre a ética, mas o papel dela na dança, entre os professores da área e entre alunos.
Antes de começar a escrever este texto li algumas coisas a este respeito: textos bons, ruins e outros mais ou menos. Mas me ajudaram a traçar um caminho de escrita.
Para começar, gostaria de ressaltar (de forma bem simplificada) que: a ética visa estabelecer o melhor modo de viver no cotidiano e na sociedade, diferente da moral que visa estabelecer regras de conduta no cotidiano e na sociedade.
Não tenho vergonha nenhuma, pelo contrário, é motivo de orgulho para mim, poder falar sobre a minha trajetória na dança, até chegar onde estou. Falar de todos os estágios pelos quais passei, só me deixa emocionada e com sentimento de que fiz tudo certo.
Encontrei algumas pessoas no início de minha carreira de professora de dança, que me ensinaram muito, e que por muitas vezes me fizeram questionar o que estava fazendo, através de broncas e de não promoções em algumas escolas. Aprendi com isso que devemos sempre respeitar o tempo e a experiência de quem já estava lá, aquele que chegou primeiro, o mais velho, o mais experiente, mesmo que a diferença (no caso da dança: técnica) entre nós fosse pequena ou quase inexistente. “Todos nós ansiamos por reconhecimento na vida, o tempo todo; respeitando o outro você cria um espaço de respeito para si mesmo no futuro. A partir do momento que você começa a denegrir o trabalho de alguém que atua na mesma área é sinal que sua humildade está se evaporando.”
Incomoda-me muito ver essa profusão de professores de dança pegando carona na onda daqueles que ralaram e estão ralando pra fazer as coisas acontecerem. Professores que estão mais preocupados no dinheiro que irão receber no navio que irão aparecer, ou na nova onda que o transformará em novo astro.
Não me preocupa a quantidade de passos que posso ensinar em um determinado tempo, mas a qualidade da dança. O que me preocupa é fazer meus alunos dançarem, fazer deles amantes da dança, e não executores de passos, para isso tem um monte de gente começando e que se acha o Fred Astaire da atualidade. Para mim essa é a verdadeira ética entre professor e aluno.
Para terminar, respeito e a palavra da vez, se queres ser reconhecido, construa um caminho que seja seu. O meu não chegou ao fim... Está apenas no começo.

quarta-feira, 9 de março de 2011

O prazer de dar aula

Faz tempo que não escrevo e acho que fui influenciada pelo Carnaval e suas produções. Sabem o que me chamou mais atenção? Carros imensos e fantasias grandiosas que não vimos, o que vimos foram pessoas correndo para chegar ao outro lado...a troco de que???
Dar aula pra mim tem muito a ver com isso, mas vamos um pouco mais para traz.
Para começar a dar aulas de dança, passei por um processo muito dolorido. Primeiro, fiz muitos anos de aula, uns 4 anos, e lembrem-se, estou falando de Dança de Salão (Gafieira, Bolero, Forró, Soltinho, Zouk, Salsa, Merengue, Lindy Hop, Valsa...), depois passei a ser bolsista, e tudo aquilo que eu já sabia, reaprendi! E não pensem que isso durou alguns meses não, foram mais 2 anos de bolsista até ser promovida... a instrutora, até podia ensinar mas sob supervisão dos professores e só quando me designavam para isso.
Às vezes era muito difícil ir para a academia, nem sempre os alunos eram legais, tinham suas dificuldades, e eu também tinha os meus problemas, era muito nova e não sabia o quanto isso interferia no meu trabalho, sempre fui muito emotiva e achava que as emoções eram para ser vividas na sua plenitude...tudo na minha vida era dilacerante.
Fui então promovida a professora assistente, era igual a ser instrutora, mas com um pouco mais de responsabilidade, mas ainda sob supervisão do professor efetivo. Os sentimentos ainda eram os mesmos, nada havia mudado.
Nesta época estava na faculdade (Comunicação das Artes do Corpo - PUC), muitas coisas estavam acontecendo e surgiu a oportunidade de trabalhar com Dança de Salão em um Projeto Social no Campo Limpo, para crianças e adultos carentes.
Me vi sozinha, não devia mais nada a ninguém, eu era dona do meu trabalho, podia fazer do jeito que sempre quis sem interferências. E foi com este trabalho que os véus começaram a ser levantados, e eu comecei a entender o que era ensinar. Eu tinha um prazer enorme em dar aula para aquelas pessoas, na verdade, eu aprendia muito mais do que ensinava e aprendi algo que levo pro resto da minha vida: humildade. Dar para aqueles que não não tem nada, por menos que seja, é muito mais gratificante do que podemos imaginar.
Foi realmente uma experiência incrível, mas o projeto acabou...
Voltei a dar aula em Academias de Dança, e tudo aquilo que havia aprendido começou a tomar forma na maneira como eu ensinava, todas as coisas que ouvia quando comecei como bolsista começaram a fazer sentido.
Humildade e paciência, duas virtudes que exercito até hoje e nem sempre é fácil. Muitas vezes nossos alunos tem muita dificuldade, temos que saber entender o tempo de cada um, entender que mesmo quando fazemos um planejamento de aula, estamos lidando com pessoas, e não com coisas que seguem a risca aquilo que imaginamos como ideal.
Foram 12 anos de aulas de Dança para começar a dar aulas efetivamente, e nesses 12 anos aprendi com diversos profissionais, aprendi muitos estilos para poder escolher o meu, observei muitos professores para poder formatar a minha didática, ainda que ela esteja em constante mudança; e ainda não parei de aprender, faço aulas de dança até hoje, pois acredito que experiência não é tudo, mas faz sim diferença e que um bom professor deve entender que o aprendizado nunca acaba, estamos sempre aprendendo, principalmente com nossos alunos.
Para dar aula, não basta saber uma quantidade x ou y de movimentos, é preciso muito mais que isso, é preciso amor àquilo que se faz, tem a ver com o último texto que escrevi, O Prazer da Dança. 
Acredito que não precisamos correr com nossos alunos para o outro lado da avenida carregando um peso enorme de passos mau aprendidos a troco de nada. Acredito que podemos atravessar essa mesma avenida, sempre nos divertindo, cada um no seu tempo, sem pesos, leves, seguros daquilo que podemos fazer, dando um passo de cada vez, mas sempre com aquela vontade de querer muito mais.
Amo o que faço e faço com prazer...Obrigada aos meus alunos que me ensinam um pouquinho mais a cada dia.











quinta-feira, 15 de julho de 2010

O prazer de dançar

Comecei a dançar bem pequenininha...fazia balé clássico!!! Imaginem só, um ser-humano deste tamanho fazendo balé...é até engraçado!!! Falo deste tamanho porque nunca fui pequena, e quando era pequena, era maior que todo mundo....que confusão!!!
... Voltando...Naquela época dizia que seria bailarina, tinha uma professora ótima que tinha cabelos cacheados, como os meus, e eu queria ser igual a ela. Ela era linda!!! Até que engravidou... e foi ter seu bebê e colocaram uma velha chata para substituí-la! Foi quando toda a beleza do balé, virou um inferno na minha vida, chorava pra ir, chorava durante, chorava depois, até que minha mãe me tirou do balé! 
Mas a vontade de continuar dançando não diminuiu. Aprendi muitas outras coisas, fiz ginástica rítmica, circo e comecei na Dança de Salão, e me apaixonei!!!
No começo, achava que era dança da 3ª idade, coisa de velho, mas deixei meu preconceito de lado e fui fazer um teste em uma academia pra saber em que nível eu ficaria. Dancei um bolero!!! Eu era forrózeira!!! Mas eu adorei... e continuei... comecei com samba de gafieira... dei um passeio pelos outros ritmos da dança de salão... e descobri o prazer de dançar bolero... prazer??? Eu era muito menina, metida e me achava melhor que todos... eu dançava bem... mas não era isso que me fazia dançar!!!
Eita, que estranho que está ficando isso...!!!!
Pois é, sempre amei dançar, e na dança de salão, me realizava, principalmente dançando com aqueles que sabiam muito, me acabava de dançar, mas só dançava com quem sabia, aqueles que ainda não tinham muita intimidade com a dança... coitados... deixava-os de lado.
Aí veio a faculdade, Artes do Corpo na PUC, entrei em contado com a dança contemporânea, com muitas outras técnicas, descobri o verdadeiro funcionamento do corpo humano, descobri também que podemos dançar sem música!!! Isso era realmente estranho, na verdade estranho mesmo, foi descobrir que podemos dançar na música sem estarmos marcando o ritmo dela... aí tudo se complicou!!! Ah... e tinha uma matéria chamada teoria geral de sistemas, e o que mais lembro, era que chegava um momento que a gente entrava em conflito, e que isso era bom, e que depois vinham as resoluções, e a gente crescia, aprendia, evoluia, e depois outro conflito, e assim por diante. E neste momento eu estava em crise. Eu dançava sem música, dançava com  música, mas sem a música, eu dançava!
E foi aí que descobri o que era dançar! 
Dançar tem a ver com sentimento, amor, paixão, ódio, raiva, são eles que te fazem dançar. Dançar não tem nada a ver com a quantidade de passos que sabe fazer, ou o quão alto vai a sua perna. 
Hoje sou professora de dança de salão, e foi na época da faculdade que descobri o verdadeiro prazer da dança, aquele descompromissado, que faz com que eu sinta prazer em dançar com o que sabe e com o que não sabe, que eu sinta prazer em não fazer passo algum, e ainda assim aprender muito mais que qualquer aula técnica poderia me dar!
Tem coisa que é difícil por no "papel", a gente sente. 
Descubram vocês também, o grande prazer da vida que é dançar, e deixem que isso te leve para lugares jamais visitados e despertem desejos, jamais desejados.
Para aqueles que são alunos, deixe a dança te levar!!! Não tenha pressa, sinta mais, feche os olhos e voe... para bem longe dentro de você. E ao se encontrar, se abrace, e dance com você mesmo, descubra como é bom, abra os olhos e perceba que o outro é como você, e pode sim ser muito bom dançar com qualquer pessoa. 
Dançar é muito mais que reproduzir uma sequência de passos, vai além dos limites do nosso corpo... Voe...

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Baile de Junho: Festa Junina e meu aniversário!!!


Mais um Baile de sucesso, e junto a isso a comemoração do meu aniversário. Foi uma grande festa junina, com direito a bandeirinhas, casamento da noiva (eu), e uma quadrilha de dar inveja a qualquer cidadão!!! Foi realmente muito gostoso poder comemorar com essas pessoas. Mika, Fabinho, Pedro, Itayabara, os Diogos, Carlos, sr. Wilson, Renata e Raquel, enfim, todo a equipe...valeu por tudo!!!
Vejam só!
Caras e bocas

É muito amor!!!


Mika e Fabinho.                                     Papi da ficção!!!

João Grilo....

Trio antigo esse...                                Alunos do Estúdio
Tati (professora de Jazz) e o namorado
A equipe...                             Agora sim, a equipe completa!!!
Tava faltando o Calango...e Lili (professora de Dança do Ventre)
Alunos queridos.                          Convidadas.
  
eu e Lili.                         Simone, Padre Bento (hashuhashua), e Mika.
Eu e Mika.                                        Minha família!!!
  
                         Alunos vários!!! Obrigada pela presença!!
Felipe grande amigo e companheiro de West Coast Swing. Candinha e Téo.

Candinha e Candenga...hahahaha

Galera, valeu por tudo, muito bom comemorar meu niver ao lado de todos vocês!
Família, Obrigada especial à vocês, que me fizeram uma grande surpresa, adorei vê-los!!!
Fui...